Intérpretes de língua de sinais passam a cobrir a cabeça em situações específicas
A mudança depende da diferença visual entre interpretação sinalizada e tradução oral.
O ponto documental
O que mudou
A comparação das publicações indica a passagem da formulação anterior para a posterior abaixo. A descrição preserva as limitações registradas pelas próprias fontes.
Posição anterior
Em 2002, a resposta à necessidade de cobertura por intérpretes, inclusive em língua de sinais, era “Não”.
Posição posterior
Em 2009, intérpretes de sinais passaram a usar cobertura ao representar visualmente discursos ou partes atribuídas a irmãos.
Evidência primária
Publicações e citações
A Sentinela, 15/7/2002, § 6
“Será que as irmãs têm de cobrir a cabeça [...] na língua de sinais? Não.”Abrir fonte oficial ↗
A Sentinela, 15/11/2009, § 11
“Ela deve usar cobertura na cabeça ao interpretar um discurso proferido por um irmão.”Abrir fonte oficial ↗
Cronologia
Sequência documentada
- Posição anterior
Em 2002, a resposta à necessidade de cobertura por intérpretes, inclusive em língua de sinais, era “Não”.
A Sentinela, 15/7/2002, § 6 - Revisão e implementação
Em 2009, intérpretes de sinais passaram a usar cobertura ao representar visualmente discursos ou partes atribuídas a irmãos.
A Sentinela, 15/11/2009, § 11 - Limites e estado da evidência
A tradução oral simultânea permanece fora dessa exigência.
alta
Nota editorial
A tradução oral simultânea permanece fora dessa exigência.
Classificação: mudança prática e interpretativa. Categoria: reuniões língua de sinais e cobertura da cabeça. Força documental: alta.
Quando a publicação original não está disponível no acervo oficial consultado, a página identifica explicitamente a fonte posterior como retrospectiva. As citações são curtas e devem ser lidas no contexto pelos links acima.